
O g1 tenta localizar a defesa da estudante investigada.
O caso chegou até a polícia por meio de denúncias feitas por diversas ONGs de proteção animal, que notaram um comportamento padrão na mulher, que atuava com o marido.
Segundo a voluntária da ONG Tampatinhas, Kelly Rondon, a suspeita tinha preferência por adotar gatas na fase da adolescência, de quatro a cinco meses de idade.
Durante as investigações, o companheiro de Larissa foi ouvido e apontou que a própria suspeita teria matado um dos gatos. Os policiais foram até o local indicado por ele e encontraram o corpo do animal em um terreno baldio, nos fundos da casa onde a mulher mora.
Gato adotado por casal foi encontrado morto com sinais de maus-tratos — Foto: Polícia Civil
O gato foi recolhido e será periciado pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), que deve confirmar a causa da morte.
O companheiro da estudante foi liberado pela polícia, mas também é investigado no inquérito conduzido pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema).

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