
Apenas 150 unidades serão fabricadas.
Cada uma custa aproximadamente 2 milhões de euros — mais que muitos apartamentos em capitais europeias.
O Pininfarina Battista é a resposta italiana à pergunta: o que acontece quando a casa de design mais famosa do mundo resolve fazer seu próprio carro?A Pininfarina, fundada em 1930 por Battista “Pinin” Farina, projetou Ferraris, Alfa Romeos e Maseratis por quase um século.
Mas nunca havia produzido um carro com sua própria marca.
Até agora.
Segundo o site oficial da Automobili Pininfarina, o Battista entrega 1.900 cavalos de potência (1.400 kW) com zero emissões.
Os números que fazem engenheiros de carros a combustão perderem o sono
Quatro motores elétricos — dois traseiros de 603 cavalos cada e dois dianteiros de 335 — trabalham juntos.
O resultado: aceleração de 0 a 100 km/h em 1,86 segundo.
Para comparar, um Bugatti Chiron de 1.500 cavalos a gasolina faz o mesmo em 2,4 segundos.
O torque de 2.300 Newton-metros está disponível instantaneamente — sem turbo lag, sem troca de marcha.
Velocidade máxima: 350 km/h, limitada eletronicamente.
A bateria de 120 kWh permite autonomia de cerca de 480 km em condução mista.
É como ter um avião de caça nas mãos, mas que não faz barulho nem polui.
O design que carrega 94 anos de história
A carroceria é toda em fibra de carbono, construída sobre um monocoque com estruturas de alumínio.
O design é assinado pela equipe da Automobili Pininfarina, herdeira direta do estúdio que moldou algumas das Ferraris mais bonitas da história.
Pneus Pirelli P Zero Corsa de 21 polegadas completam o visual.
São cinco modos de condução personalizáveis.
Um deles inclui som sintético a 54 Hz — uma frequência escolhida para dar emoção sem ser artificial demais.
Battista vs. Rimac Nevera vs. Tesla Roadster
O Battista não está sozinho na corrida dos hypercars elétricos.
O Rimac Nevera, da Croácia, tem 1.914 cavalos e plataforma co


