
De um lado, o senador Wellington Fagundes viu sua entrevista coletiva ser dominada por questionamentos sobre sua participação no Fórum Jurídico de Lisboa, o chamado "Gilmarpalooza". Quando o assunto surgiu, a resposta ficou pelo caminho. A entrevista foi interrompida e o tema continuou gerando dúvidas e comentários nos bastidores políticos.
Curiosamente, pouco depois ainda houve espaço para falar sobre outros assuntos, entre eles a Marcha para Jesus e a agenda ao lado do senador Flávio Bolsonaro. O episódio acabou alimentando uma pergunta inevitável: se havia tempo para tratar de outros temas, por que a explicação sobre Lisboa não foi concluída?
Enquanto isso, do outro lado da disputa, o governador Otaviano Pivetta ocupava o noticiário anunciando a compra da Santa Casa de Cuiabá, colocando fim a um impasse histórico da saúde pública mato-grossense. Na mesma semana, também participou de atividades relacionadas ao Dia Mundial do Meio Ambiente.
O contraste político foi evidente. Enquanto um pré-candidato precisou administrar questionamentos e controvérsias, o outro apareceu associado a decisões administrativas e entregas de governo.

Otaviano Pivetta comemora com funcionários o fim da novela da Santa Casa
A pouco mais de 120 dias das eleições, a disputa pelo Palácio Paiaguás começa a ganhar contornos cada vez mais claros. O eleitor observará não apenas discursos e alianças, mas também a forma como cada candidato reage diante de perguntas difíceis e de problemas concretos.
Confira video no link abaixo de Wellington Fagundes sendo puxado, interrompendo entrevista


