
Conhecida como “Igreja de ouro”, a construção integra um conjunto arquitetônico existente desde 1620. São consideradas joias locais o altar-mor, com douramento integral, uma rara representação de São Francisco com o Menino Jesus, do século XVII, e um lampião de 1710, apontado como o primeiro ponto de iluminação pública da cidade. Sem nada a dever a pontos turísticos similares em Minas Gerais e na Bahia, a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco fica em pleno centro da cidade.
O endereço também abriga o Museu Sacro Franciscano, criado em 1935. A visita mediada, que acontece na segunda terça-feira do mês, custa R$ 50, e o ingresso comum, R$ 30.
Símbolo colonial
Matheus Campelo, comissário administrativo e eclesiástico da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, explica os cuidados que vêm sendo tomados para a implementação das mudanças.
— Os frades vivem ao lado da igreja. Então, estamos traçando esse plano respeitando horários — explica ele. — A Igreja de São Francisco da Penitência é uma das mais antigas corporações de participação dos leigos na vida religiosa. Vem do início da colonização no Rio. A igreja acompanhou o crescimento da cidade.
— Conheci o lugar pelo Instagram, em conteúdos com indicações de “lugares para conhecer”. Como a igreja estaria aberta no período em que eu estava visitando a cidade, aproveitei. Acabou sendo uma das visitas que mais marcaram o meu dia entre todos os lugares que conheci no Rio — diz o estudante de 21 anos.
Marco histórico


