
Faltam apenas 13 dias para os mato-grossenses decidirem quem comandará o Governo de Mato Grosso pelos próximos quatro anos — e, junto com a faixa de governador, virá a responsabilidade de administrar um orçamento estadual que passa da casa das dezenas de bilhões de reais.
É muito dinheiro. E justamente por isso, a eleição não deveria ser apenas uma disputa de nomes, partidos e alianças.
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Na década de 1990, Welington ao lado de Dante de Oliveira, Mário Covas e Vicente Vuolo, já falecidos participa de ato pró ferrovia em Alto Araguaia. Patrimônio declarado impressiona pelo tempo que "trabalha" em Brasília. Foto: Eudes Talavera.
A pergunta que merece estar no centro do debate é outra: quem está preparado para administrar esse dinheiro público com transparência, planejamento e controle?

Também no início da década de 1990, Otaviano Pivetta, um dos maiores sonhadores de Mato Grosso lança em Nova Mutum a pedra fundamental para construir o Frigorífico Intercoop de Suínos. Na inédita imagem, dá Esq; Riva, Valter Albano, Jonas Pinheiro, dna Hilda Ribeiro e Otaviano Pivetta( camisa listrada). Foto: Eudes Talavera.
Em uma eleição com três candidaturas competitivas, cada voto poderá definir não apenas quem ocupará o Palácio Paiaguás, mas também quais serão as prioridades para saúde, educação, infraestrutura, segurança, agricultura, municípios e investimentos.

Serys Slhessarenko, senadora na época e mãe da candidata Natasha Slhessarenko, recebe homenagem do ex prefeito de Lucas do Rio Verde Otaviano Pivetta, direto do Túnel do Tempo Foto: Eudes Talavera.
E aí aparece a velha pergunta, agora em versão mato-grossense:
Tem raposa no galinheiro?
A resposta, porém, não deveria ser dada por torcida ou preferência política. Cabe ao eleitor olhar a trajetória dos candidatos, suas propostas, seus patrimônios declarados, suas alianças, seus compromissos e, principalmente, o que dizem sobre a utilização e fiscalização do dinheiro público.

A médica Natasha shessarenko poderá ser a grande surpresa no primeiro turno prá desespero dos institutos de pesquisa.
Porque, no fim das contas, os bilhões não pertencem ao governador.
Pertencem ao povo de Mato Grosso.
E daqui a 13 dias, será o eleitor quem escolherá quem receberá a chave do cofre — sob a vigilância da sociedade e dos órgãos de controle.


