
A eleição de Otaviano Pivetta para mais quatro anos à frente do Governo de Mato Grosso abre uma nova etapa para o Velho Oeste. Com Alcino Barcelos e Valmir Moretto na Assembleia Legislativa, a região passa a contar com dois representantes estaduais e, no Executivo, terá um governador que conhece de perto as demandas do interior.
Entre essas demandas, nenhuma talvez seja tão aguardada quanto a melhoria da saúde pública.
O Hospital Estadual do Sudoeste Mato-grossense, em Pontes e Lacerda, representa justamente esse desafio. O empreendimento já avançou para a fase de contratação, com uma concorrência publicada em outubro e valor estimado superior a R$ 302 milhões.
Para o Oeste, entretanto, não basta anunciar o hospital. É preciso licitar, contratar, construir, equipar e colocar a unidade para funcionar.
É aí que começa o verdadeiro teste do novo governo.


Depois de uma eleição que renovou parte da representação política regional, Alcino e Moretto terão a responsabilidade de acompanhar a execução das demandas da população, enquanto Pivetta terá nas mãos a caneta do Executivo estadual.


A expectativa do povo do Oeste é simples: que a saúde deixe de ser apenas uma promessa recorrente e passe a significar atendimento digno, estrutura moderna e menos necessidade de percorrer centenas de quilômetros em busca de tratamento.
Se o hospital sair do papel e for entregue dentro do cronograma, poderá representar uma mudança importante na assistência de média e alta complexidade da região.
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Para o novo governador, portanto, fica um grande desafio: transformar a força política conquistada nas urnas em resultados concretos para quem vive longe da capital.
O Velho Oeste já deu o seu recado nas urnas. Agora, espera ver o resultado nas obras — principalmente na saúde.


